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quarta-feira, 6 de julho de 2022

Saia numa boa, vai que um dia você volta!

Resumo: Buga compartilha memórias de mudanças de emprego na IBM, CI&T e Banco do Brasil, refletindo sobre ambiente tóxico e conselhos pra carreira.

Memórias de Carreira: Mudanças, Ambiente Tóxico e Lições

Ia ser uma publicação normal, mas não rolou porque passa da quantidade de caracteres que a plataforma do linkedin permite...

Contexto da Reflexão

A Ju conversou comigo hoje cedo sobre sair de um emprego e depois voltar pra ele, acabei divagando aqui na conversa e me afloraram algumas memórias que vou registrar pra não esquecer.

IBM e CI&T

Consegui lembrar que vivi essa situação ao menos uma vez, quando prestei serviço pra IBM e voltei depois de um breve período na CI&T, que até hoje ainda não sei ao certo porque pedi pra sair e que é disparado a melhor firma que trabalhei, pode perguntar pro meu filho Vinicius e pro próprio dono, o Cesar Gon, que quando me desliguei, fiz questão de achar ele pra dizer isso pessoalmente!

As minhas passagens pela IBM foram tranquilas, tenho amigos que levo até hoje, ontem mesmo troquei ideia com a Greicy que está lá no Banco Itaú há quase 5 anos, me peguei pensando que o tempo voa... quando dei um trampo lá no CTO do Itaú almocei com ela e isso já deve fazer uns bons 3 - 4 anos.

Na CI&T arrumei amigos novos, e reencontrei muitos outros que eu tinha trabalhado na sede da Stefanini em Jaguariúna, aqui do lado de casa, que foi o meu primeiro trabalho fora do mundo do funcionalismo público, valeu Valfredo, pela oportunidade!

Banco do Brasil e Ambiente Tóxico

Lembrei também de um caso muito peculiar e inusitado, eu um xóven com seus 20 e poucos anos, trabalhava feliz e contente na agência Barão de Itapura do Banco do Brasil aqui em Campinas, um dia o gerente saiu pra ir seilá pra onde... e coincidências da vida e parafraseando o poeta 'a gente sempre se encontra duas vezes na vida' e o mundo é pequeno; hoje trabalho de novo com ele no Banco Original.

O gerente que entrou no lugar não era um cara fácil de lidar, cobranças descabidas, críticas na frente de todos, metas irreais, obrigação de fazer horas extras... não era só um sentimento meu, era geral. Eu me ferrei com o chefe novo, logo que ele chegou resolveu trocar meu horário, eu tava de boinha trabalhando minhas 6 horinhas de jornada de bancário, do meio dia às 18:15, conseguia ir pra Unicamp nas aulas de manhã e de noite.

Com o passar do tempo a galera foi saindo, saindo leia-se trocando de agência, eu tentei, tentei muito, mas não rolava, à época, o Amarelinho não tinha um processo claro para movimentação de funcionário sem comissão, que era meu caso, escrevi pra gestão de pessoas regional, nacional e pro diretor de pessoas, nada de alguém me ajudar.

Aí dei uma sorte daquelas e achei a solução, eu mesmo! Fui fazer o concurso de novo do Banco do Brasil e pensei que se eu passasse deveriam me chamar pra alguma agência aqui da região, eu estava topando qualquer parada, tava muito ruim o clima na agência e meu trabalho em si.

Hoje a galera chama a situação que eu vivi de "ambiente tóxico de trabalho" e "assédio moral", lembrei que até meu poster do Matrix que eu tinha no meu cafofo lá na agência o gerente novo mandou tirar.

Enfim, passei no concurso, mas antes de me chamarem pra tomar posse eu consegui uma transferência pra um projeto piloto de agências nível 5, fiquei uns meses trabalhando com a Graça lá na superintendência no centro e montamos a agência no Shopping Dom Pedro, foi uma delícia, trampinho gostoso, do lado de casa, no meio do caminho de casa pra Unicamp, horário certinho do meio dia às 6 de novo, foi uma das melhores épocas que tive no Amarelinho.

Um dia me ligaram pra avisar que eu tinha passado no concurso e que tinha seilá uma semana pra me apresentar e tomar posse... adivinha onde?!?!?!?!

Enfim, fiquei alguns anos na agência do Shopping, acabou que mudou todo mundo, eu tinha me formado, estava crente na minha cabeça que eu seria promovido e puf, chega um novo gerente, perdi o tesão... e acabei voltando pra Barão de Itapura, pra trabalhar num posto de atendimento que tinha naquele Elefante Branco da Dom Pedro, o CTI e acabei ficando, seilá, acho que nem 3 meses que foi quando a Paula me chamou pra ir pra Tecnologia lá em Brasília, em um processo seletivo interno que outro dia eu conto, por Brasília fiquei longos anos, aprendi um ofício novo, dois na verdade e como tudo na vida se repete, eu novamente achei que seria promovido, dessa vez era certo, o Mané tinha prometido e tudo na minha cabeça levava a crer que seria mesmo, mas aí o Perez aposentou e junto com ele sua vaga de AP-4, puf, perdi o tesão de novo.

Depois dessa, acho que fiquei mais 1 ano no BB e pedi pra sair. Tinha deixado de ser concursado, 'funcionário público', bancário e me tornaria um programador, analista, engenheiro de software, o nome que o valha!

Até que virei bancário de novo, agora no Banco Original.

Conselhos Finais

Resumo da ópera, se não está legal, tente mudar, pode demorar, um dia você consegue!

Mude de setor, de empresa, de atividade!

Só não saia batendo portas e brigando com a galera porque pode ser que um dia você volte, por vontade própria ou por simples destino!

E quando voltar, se voltar, as coisas não serão as mesmas, muitas pessoas já não estarão por lá e talvez os motivos que te levaram a sair nem existam mais.

É isso, no final das contas eu continuo fazendo amigos no trabalho!

domingo, 5 de junho de 2022

Arrependimentos, importancia, erros e desculpas!

Reflexão sobre arrependimento, importância e desculpas

Era pra ser um post no facebook, mas acabei me alongando demais nos devaneios... ia falar só de um erro e do pedido de desculpas, mas lá vai!

Tem algumas frases, chavoes que eu não gosto. Esse aqui é um deles.

"Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo. Mas qualquer um pode recomeçar e fazer um novo fim."

Chega a me dar gastura, porque não tem nada a ver! A única coisa que você pode, realmente, fazer nesses casos é se arrepender por todos os dias do resto de sua vida! Não todos; todos, mas aqueles que você se lembrar.

Bom, isso posto, como diria nosso advogado.... Quando lembro de algum arrependimento, tento não pensar nas consequências do ter feito ou não feito, errei e peço desculpas... mentalmente, sozinho, esperando em vão que o SER receba minhas mais sinceras e verdadeiras desculpas.

O passarinho que atropelei uma vez na estrada não tem mais como eu me desculpar, não nesse plano.

Nesse plano, lembrei do Paulinho que dei um bombao nele na sala de aula e até hoje não sei como não fui expulso do colégio... ainda dá pra eu me desculpar, tenho até o contato dele, mas não consigo.

As vezes me arrependo de ter pedido pra sair do Banco do Brasil, nessas horas tento não pensar muito pra não entrar em parafuso imaginando o tamanho do pé de 'SE' .

Não dá pra refazer arrumar, já foi, é passado só resta seguir em frente e pedir desculpas, quando der e se eu conseguir.

Esses dias mesmo, errei, errei feio... quer dizer na minha cabeça foi! Foi algo muito importante, pra mim, eu que classifiquei como importante, na real, pensando com calma e friamente não tinha importancia alguma!

Não sei se é vergonha, medo, arrependimento, falta de humildade - eu já fiz até teste e sei que não sou nem um pouco humilde - orgulho ferido, grau de importancia, no fundo não sei direito, mas falei que o sentimento era de vergonha, consegui pedir desculpas! Pedi ajuda pra resolver um negócio que eu tinha certeza que estava errado, mas nao tinha o que ser resolvido, estava tudo certo, EU QUE ERREI !...

Talvez fosse algo banal pra quem eu pedi ajuda, a pessoal não deve ter entrado em parafuso procurando a solução, pode ser que tenha anotado num papel pra ver depois ou mesmo que tivesse esquecido, mas pra mim era algo de grande importancia, pra MIM.

Sozinho não conseguiria ver que eu estava errado desde o inicio e que não havia problema algum, eram apenas vozes da minha cabeça!

Tenho que aprender que a importancia das coisas, fatos, sentimentos enfim, a tal da importancia varia de pessoa pra pessoa.

Digamos, para exemplificar, um amiguinho do Vinny veio aqui em casa e abriu minha caixa lacrada da primeira edição limitada, especial do Funko do Batman SteamPunk Cinza e Canhoto que guardo faz 20 anos como um objeto mágico e além desse absurdo de ter pegado; aberto, pra finalizar, o cachorro aqui de casa ainda teria dado umas mordidas no boneco.

Posso não ligar, ficar de boa, todavia e bem mais provavel é que posso ter vontade de matar o pequeno, seus ascendentes e amaldiçoar todos de sua arvore genealógica! E ninguem poderia me reprimir, porque a importancia do boneco é pra mim algo fora da escala, repito, pra MIM.

Vejo que não temos como nos colocar no lugar dos outros, por mais que a gente tente, não tem como! É só um boneco... sim, só um boneco!...

Pode ser que o Funko do Batman não tenha importancia alguma pra voce, seja algo bobo, infantil, banal, beirando o irracional, se bem que a maioria dos sentimentos é algo meio irracional, entao nao é uma boa escolha pro momento, mas deixa ai mesmo.. pra mim também é algo sem importanca, usei apenas um exemplo didatico para explicar meu ponto de vista, mas pro cara que idolatra, o boneco é algo sagrado!

Embora eu não consiga compreender direito o grau de importancia de certas coisas pros outros, todos tem isso, então, se por ventura menosprezei a importancia de algo pra você, e algo aqui no sentido literal da palavra, me desculpe, de verdade, é um erro que cometo e que estou tentando nao fazer mais.

Saber dar importancia pro que é realmente importante é o que importa!

Mas, o que importa?

quarta-feira, 11 de maio de 2022

Novatos no mainframe - Era pra ser um livro.

Notas de Mainframe do Buga: Meu Livro no GitBook

Entre tantas iniciativas e projetos que comecei e não terminei, encontrei este aqui: um compilado de anotações sobre mainframe, linguagens, bancos de dados e experiências que vivi ao longo da carreira. Resolvi compartilhar tudo no GitBook, para ajudar quem está começando ou quer se aprofundar nesse universo.

O que você encontra no livro

  • Linguagens de Programação: ASSEMBLER, COBOL, PL/1, C, REXX, EASYTRIEVE, JAVA, NATURAL, CLIST
  • Bancos de Dados: IMS, ADABAS, DB2, ORACLE
  • Dicas, curiosidades, comandos e exemplos práticos para o dia a dia no ambiente mainframe
  • Conteúdo atualizado periodicamente com novas experiências e aprendizados

Acesse gratuitamente

O conteúdo está disponível de forma aberta no GitBook. Basta acessar o link abaixo:

Notas de Mainframe do Buga no GitBook

quarta-feira, 24 de novembro de 2021

"linguagem de programação" Focus para Mainframe - Manuais

Manuais Clássicos de Mainframe e Analytics: Coleção Rara

Seguem os 6 manuais e o intro que eu tinha guardado aqui em casa.

Introdução

Muito antes de analytics virar modinha, a galera do mainframe já apavorava nessa matéria!

Baixar Introdução (PDF)

Livros para Download

Novidade do Mercado

Acabei de ver que a Tibco comprou a Information Builders.